04 novembro 2016

006-As Bênçãos de Deus na Vida de Isaque - Os patriarcas Lição 06 [Pr Afonso Chaves] 01nov2016



MP3 PARA DOWNLOADS
Lição 6: 
As Bênçãos de Deus na Vida de Isaque

Texto Áureo: "E Isaque orou instantemente ao Senhor por sua mulher, porquanto era estéril; e o Senhor ouviu suas orações, e Rebeca, sua mulher, concebeu" (Gn 25.21).

Leitura Bíblica: Gn 25.24-34

Introdução
Isaque é deveras herdeiro das promessas feitas por Deus a seu pai, Abraão. Sua trajetória confirma a existência de tais promessas e revela o compromisso de Deus com o homem cuja vida é alcançada por um Deus tão grande. E essas promessas espirituais resultam em bênçãos dentro da família, em bênçãos materiais e sociais.

I – O nascimento de Esaú e Jacó (25.19-34)
Isaque orou durante cerca de 20 anos por sua mulher, pois era estéril, e o Senhor ouviu à sua oração. No caso, Isaque não utilizou recursos humanos para alcançar a bênção; pelo contrário, lutou na oração e esperou com paciência no Senhor durante todo este tempo.

Rebeca concebeu, e dentro dela os filhos lutavam; então ela também foi orar e perguntar ao Senhor a razão desta particularidade. Dois povos estavam em seu ventre, sendo um mais forte que o outro, e o maior serviria ao menor. Cumprindo-se os seus dias, ela deu à luz a Esaú ("cabeludo") e Jacó ("suplantador"), nomes esses referentes ao que foi observado durante o parto (vv. 24-26). Esaú tornou-se perito na caça, varão do campo, e agradava a seu pai. Jacó, varão simples, habitava em tendas, mais perto da mãe.

Certo dia, Esaú chegou cansado do campo e com fome, e disse a seu irmão: "Deixa-me comer de seu guisado". Então, Jacó lhe respondeu: "Vende-me a tua primogenitura". Para Esaú, o que importava no momento era saciar sua fome – de que lhe valia sua primogenitura? E então a vendeu a Jacó, seu irmão. Assim desprezou Esaú a sua primogenitura.

II – Isaque e sua obediência a Deus (26.1-24)
A região onde estava Isaque passava por uma terrível fome – o que o levou a Gerar, na terra dos filisteus. Nisso apareceu o Senhor, impedindo-o de descer ao Egito e orientando-0 a habitar na terra que o Senhor dissesse, porque nessa terra estaria a sua bênção. E assim habitou Isaque em Gerar.

Os varões desta região perguntaram a Isaque a respeito de sua mulher. Ele temeu por sua vida e disse que era sua irmã. Porém o rei dos filisteus descobriu que não era simplesmente sua irmã, mas também sua esposa, e o repreendeu por conta de um possível delito que viria sobre o seu povo se alguém a tomasse por mulher.

Isaque cresceu e se fortaleceu naquela região, tornando-se mais poderoso que o povo da terra, a ponto de causar inveja nos filisteus. Diferente do Salmo 73, onde o salmista viu a prosperidade do ímpio e quase escorregou, até que entrou no santuário do Senhor. Isaque foi expulso desta região e fez seu assento no vale de Gerar, cavando poços e prosperando, mas porfiaram com ele. Então chegou a Berseba e o Senhor lhe apareceu, renovando Suas promessas.

III – O Senhor é a porção que não falta (26.25-33)
A razão de toda a sorte de Isaque não estava nas terras por onde andou e sim naquEle que o abençoava. Por onde quer que andasse, tinha livramento e prosperidade. Ele reconhecia isto, e em Berseba levantou um altar e invocou o nome do Senhor. A adoração não está limitada ao lugar; ela está na vida do adorador.

Abimeleque sai de Gerar e vai até onde Isaque se encontrava, buscando um concerto – afinal, ele o havia expulsado de suas terras. Reconhecendo que o Senhor era com ele, e que por isso crescia independente do lugar onde se encontrava, o rei filisteu reconheceu também que, futuramente, Isaque seria grande e poderoso na terra.

Isaque tinha o coração segundo o do seu Deus, misericordioso; não tratou seus inimigos com a mesma moeda; pelo contrário, fez um banquete. Comeram, beberam e ele os despediu em paz.

Conclusão
Isaque passou por vários tipos de crise: fome na terra, perseguição e expulsão da terra onde estava, e teve a insatisfação de ver seu filho, Esaú, casar-se levianamente com mulheres hetéias. Tudo isso deixa claro que as bênçãos de Deus independem das circunstâncias, posto que Ele é fiel e Poderoso para cumprir Suas palavras

PARA USO DO PROFESSOR

AUTORIA
Comissão da Escola Bíblica Dominical das Assembleias de Deus Ministério Guaratinguetá-SP.

APOIO
Rede Grata Nova de Evangelização
Rádio Net Grata Nova
Fundada em 29 março de 2009 por Moisés Moreira



Baixe o aplicativo Rádiosnet e ouça nossa rádio no celular onde você estiver 
https://www.radios.com.br/aovivo/radio-net-grata-nova/16059
https://www.radios.com.br/

INSCREVA-SE EM NOSSO CANAL E DIVULGUE-O PARA OS SEUS AMIGOS E IRMÃOS
















29 outubro 2016

005-Isaque e Rebeca - Os patriarcas Lição 05 [Pr Afonso Chaves]25out2016



MP3 PARA DOWNLOADS
Lição 5: 
Isaque e Rebeca


Texto Áureo: "Seja, pois, que a donzela a quem eu disser: abaixa agora o teu cântaro para que eu beba; e ela disser: Bebe, e também darei de beber aos teus camelos, esta seja a quem designaste ao teu servo Isaque; e que eu conheça nisso que fizeste beneficência a meu senhor. " (Gn 24.14)

Leitura Bíblica: Gn 24.1-14

Introdução:
O Senhor continua a revelar seus propósitos aos homens e isso através daqueles que escolheu para fazer parte deles. Nesta lição será tratado a respeito dos planos de Deus para a vida de Isaque e como o Senhor agiu para que tudo ficasse conforme a sua vontade. A tipologia bíblica continua a mostrar: Abraão como figura de Deus que providencia a esposa para seu Filho, Isaque como a figura de Cristo e Rebeca como a da Igreja. Neste tempo Sara tinha já morrido aos 127 anos. (Gn 23.1)

I – A vontade de Deus sempre prevalece. (Gn 24. 1-9)
Com Abraão já velho e adiantado em idade chega, então, o momento do casamento de seu filho Isaque. Surge, portanto a preocupação de que Isaque não poderia tomar mulher do meio dos cananeus onde Abraão estava habitando. Ele então chama seu servo, o mais velho da casa, e o faz jurar que este iria tomar mulher para seu filho da sua terra e da sua família. Era o zelo de Abraão com as promessas de Deus em sua vida, tais promessas não poderiam se misturar com a impiedade dos cananeus.

O servo de Abrão tem preocupações com tal juramento. Mas, e se a mulher não quisesse segui-lo? Isaque poderia tornar para lá? E Abraão diz que jamais. Ora, o Senhor já houvera tirado Abraão daquela terra, portanto seu filho não deveria retornar para lá. Reafirma-se as duas recomendações importantes de Abraão para o servo: a de Isaque não se casar com mulher cananeia e também de não retornar para a terra de onde Deus já o tinha tirado.

II – A providência opera através das circunstâncias. (Gn 24.10-32)
Deus está no controle de tudo o que está ocorrendo com Abraão e seu servo, nada se sucede por acaso. Nota-se claramente que não há operação de maravilhas e grandes milagres neste texto, como Deus enviando um anjo ou manifestando um grande sinal, etc. Porém, há de se ressaltar que ser conduzido por Deus na vida diária, ter os passos guiados por ele e ser bem sucedido, isso tudo se constitui em um grande milagre; é uma forma de Deus agir que infelizmente muitos não percebem.

Quando o servo chega à terra a solução encontrada por ele foi orar e fazer uma prova com o Senhor de Abraão. Como é importante a oração de acordo com a vontade de Deus. (I Jo 5.14) A resposta de Deus surge de acordo com o pedido do servo, ficando claro que sua oração definitivamente estava nos moldes dos planos de Deus. A família de Abraão estava ligada mediante casamentos entre seus membros, assim Abraão queria que Isaque o fizesse. É o padrão de Deus para a família cristã, nada de julgo desigual. A escolha da esposa para Isaque foi feita por Deus e a maneira como tudo aconteceu confirma isso.

III- Rebeca é dada em casamento a Isaque (Gn 24.33-67)
Ouvindo o testemunho do servo de Abraão, Labão e Betuel, reconhecem o fato. Rebeca é dada como esposa de Isaque. Quão importante é que o povo de Deus viva a vontade e o querer de Deus na sua plenitude. Agindo dessa forma, as providências de Deus na vida do povo sempre serão constantes.

A sanidade da vida espiritual e a estabilidade do casamento, assim como do lar dependem daquilo que tiver sido dado por Deus. Rebeca não conhece o moço com quem vai se casar, todavia ouvindo todo o relato do servo de Abraão está convicta de que Deus está no negócio. Quando perguntada se iria com aquele varão, sem titubear respondeu: "sim, eu irei".

Rebeca partiu com o servo ao encontro de Isaque. O v. 63 narra que Isaque saíra para o campo para orar. Ou seja, enquanto Isaque está orando Deus está agindo, enquanto Deus está agindo Isaque está orando. Isso mostra que dentro dos projetos de Deus todos estão unidos no mesmo propósito. O homem busca a face do Senhor com o intuito de glorifica-lo e Deus responde. Com isso a alegria do homem é perfeita e completa e desfruta das eternas bênçãos de Deus.

Conclusão
Os planos de Deus não podem ser impedidos (Jó 42.2). Abraão projetou o casamento para seu filho, Isaque. E tudo ocorreu conforme o desejo de Abraão, pois não estava fazendo de acordo com o seu querer, mas de acordo com o de Deus. E todos que estavam envolvidos no plano foram bem sucedidos. Hoje o mesmo ocorre com a união entre Cristo e a Igreja. Todos os Envolvidos nesse projeto também prosperarão.

PARA USO DO PROFESSOR

AUTORIA
Comissão da Escola Bíblica Dominical das Assembleias de Deus Ministério Guaratinguetá-SP.

APOIO
Rede Grata Nova de Evangelização
Rádio Net Grata Nova
Fundada em 29 março de 2009 por Moisés Moreira



Baixe o aplicativo Rádiosnet e ouça nossa rádio no celular onde você estiver 
https://www.radios.com.br/aovivo/radio-net-grata-nova/16059
https://www.radios.com.br/

INSCREVA-SE EM NOSSO CANAL E DIVULGUE-O PARA OS SEUS AMIGOS E IRMÃOS














19 outubro 2016

004-Abraão Gera a Isaque, o Filho da Promessa - Os patriarcas Lição 04[Pr Afonso Chaves] 18out2016

MP3 PARA DOWNLOADS
Lição 4:
Abraão Gera a Isaque, o Filho da Promessa

Texto Áureo: “E disse Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Assim caminharam ambos juntos” (Gn 22.8).

Leitura Bíblica: Gn 22.1-13

Introdução
O Senhor havia feito uma promessa a Abraão (Gn 17.19) de que lhe daria um filho, e até anunciou o seu nome – Isaque. Com ele estabeleceria um concerto, e tal concerto seria perpétuo para a sua semente após ele. Assim, a partir deste capítulo estudaremos o cumprimento dessa promessa – como o Senhor foi fiel à Sua palavra – e também veremos a tipologia bíblica de tudo isso.

I – O momento oportuno de Deus (21.1-21)
Quando o tempo do Senhor se cumpre, não há impedimento para os Seus propósitos (Gn 18.14; Jr 32.17,27; Is 43.13b). Abraão já estava com cem anos e Sara com noventa; além das suas idades avançadas, e de ter cessado a Sara o costume das mulheres, o Senhor ainda havia impedido Sara de gerar. Não obstante, havia uma promessa do Senhor feita a Abraão, por isso, no tempo determinado por Deus, Sara é visitada e dá a Abraão um filho na sua velhice. Quem agiu sobre Sara, tanto no fechar como no abrir da sua madre, foi o Senhor – o Deus Todo-Poderoso.
A cada período de tempo vai se revelando o propósito de Deus na vida de Abraão. Isaque cresceu e foi
desmamado, então disse Sara a Abraão com respeito a Ismael: “Deita fora esta serva e o seu filho; porque o filho desta serva não herdará com meu filho, com Isaque”. Esta foi uma palavra mui má aos olhos de Abraão, no entanto, confortou Deus o seu coração dizendo-lhe que abençoaria também a Ismael por ser sua semente, mas que, na realidade, Sua grande promessa estava em Isaque – o filho de Sara.
Neste momento, Abraão tem dois filhos – Ismael e Isaque. O que nasce segundo o propósito de Deus é Isaque. Dentro da tipologia bíblica, é o que Paulo chama de alegoria. Estão aqui representados os dois concertos: um gerando filhos para a escravidão, e o outro, para a vida eterna (Gl 4.21-31).

II – Ainda que em momentos difíceis, a promessa permanece firme (22.1-6)
Deus chama a Abraão, e este responde; Deus dá uma ordem, e ele sem questionar obedece. A fé de Abraão em Deus é demonstrada através de sua obediência incondicional. O que Deus o manda fazer não é algo comum, nem tampouco fácil de executar, contudo, a confiança de Abraão é inabalável. E o que o faz ter um comportamento desses é ser possuidor de uma promessa e ter a firme confiança naquEle que a fez.
Isaque é a promessa, e é exatamente a ela que o Senhor está mandando Abraão sacrificar – tudo o que o Senhor já lhe falara até este momento dizia respeito a Isaque. Como a palavra do Senhor se cumpriria sem aquele moço? Mas Abraão está firme na palavra do Senhor e, sem coxear em nenhum momento, se dirige para o lugar que o Senhor lhe mostraria. A sua fé é proclamada diante dos seus moços quando diz: “Ficai-vos aqui, e eu e o moço iremos até ali; e, havendo adorado, tornaremos a vós”.
Esta é a uma verdadeira demonstração de fé. O seu bem mais precioso o Senhor está mandando sacrificar e ele diz: “Iremos, adoraremos e tornaremos para vós”. Em nenhum momento perdeu de vista a promessa. “Irei com ela e voltarei com ela”. A fé lhe dá a convicção de que a promessa não se perderia; como Deus faria não era o importante no momento (Hb 11.17, 18).

III – Abraão recebe um cordeiro, Isaque é substituído (22.7-24)
Deus sempre deixou claro os Seus planos, e como isso seria feito. Abraão é a figura de Deus oferecendo Seu Filho Unigênito em sacrifício. Assim como Isaque o é de Cristo. A figura de um substituto também aparece aqui, pois Isaque é substituído por um cordeiro. Não seria Isaque o sacrificado, e Abraão já enxergava isso pela fé
– “Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto”.
Quando Abraão estava pronto a imolar seu filho, o anjo do Senhor o chamou e disse: “Não estendas a tua mão sobre o moço”. Abraão levanta os olhos, e eis um carneiro, que é sacrificado por ele. O filho de Abraão foi substituído por um cordeiro; o Filho de Deus anos à frente não seria, pois Ele é o próprio Cordeiro de Deus (Jo1.29). Após este acontecimento, o Senhor renova as Suas promessas a Abraão, e elas estão ainda mais firmes.

Conclusão
Através de Isaque, o filho da promessa, se entende todo o propósito de Deus para a humanidade caída no pecado. Há um Pai pronto a entregar Seu Filho em sacrifício, assim como há um Filho pronto a obedecer a ordem do Pai (Jo 5.30; Lc 22.42). Louvado seja o Senhor, cujas promessas permanecem firmes!

PARA USO DO PROFESSOR

AUTORIA
Comissão da Escola Bíblica Dominical das Assembleias de Deus Ministério Guaratinguetá-SP.

APOIO
Rede Grata Nova de Evangelização
Rádio Net Grata Nova
Fundada em 29 março de 2009 por Moisés Moreira



Baixe o aplicativo Rádiosnet e ouça nossa rádio no celular onde você estiver 
https://www.radios.com.br/aovivo/radio-net-grata-nova/16059
https://www.radios.com.br/

INSCREVA-SE EM NOSSO CANAL E DIVULGUE-O PARA OS SEUS AMIGOS E IRMÃOS














12 outubro 2016

003-Abraão, o amigo de Deus - Os Patriarcas Lição 03[Pr Afonso Chaves] 11out2016


  MP3 PARA DOWNLOADS
Lição 3: 
Abraão, o amigo de Deus

Texto Áureo:
 "E disse o Senhor: Ocultaria eu a Abraão o que faço, visto que Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e nele serão benditas todas as nações da terra?" (Gn 18.17-18)

Leitura Bíblica: Gn 18.9-21

Introdução
De fé em fé, Abraão está sendo agraciado por Deus com sucessivas manifestações, com o fim de proporcionar ao grande patriarca um sólido conhecimento de Deus e dos Seus propósitos. Na lição de hoje veremos mais progressos da comunhão de Abraão com Deus, e aprenderemos segredos espirituais poderosos para crescermos na graça e no conhecimento de Jesus Cristo.

I – Deus visita a Abraão (18.1-15)
Estando Abraão sentado à porta de sua tenda, junto aos carvalhais de Manre, apareceu-lhe o Senhor, acompanhado por dois varões. Assim que Abraão os avistou, correu da porta da tenda ao seu encontro, e inclinouse à terra em humilde reverência. Abraão mobilizou sua casa para exercer a típica hospitalidade oriental e servir uma refeição requintada para recepcionar seus ilustres visitantes. Enquanto o banquete estava sendo preparado, o Senhor se dirigiu a Abraão e reiterou que visitaria Sara para cumprir em seu ventre a grande promessa. Sara, por levar em conta sua condição física, riu-se. Entretanto, o Senhor assegurou o cumprimento da promessa; porque, afinal, não há nada difícil para Deus.

II – Abraão intercede por Sodoma e Gomorra (18.16-32)
Em seguida, os varões se levantaram dali e se dirigiram a Sodoma para verem de perto a abundante maldade que havia naquele lugar. O Senhor, ao considerar a demonstração de fé e obediência de Abraão até aquele presente momento, quis compartilhar com ele um pouco mais dos Seus objetivos (Tg 2.23). Como Abraão já conhecia a justiça de Deus e que, por isso, não pouparia os pecadores daquelas terras, procurou interceder junto ao Senhor pela salvação de possíveis justos – incluindo, naturalmente, a família de Ló.

III – Abraão nega que Sara é sua mulher (20.1-18)
Novamente, Abraão mente acerca da verdadeira identidade de Sara a fim de preservar a sua própria vida. É difícil compreender como um homem que andava com Deus como Abraão procedesse assim. Porém, podemos perceber que ele não está sozinho nesta controvérsia. Consideremos que nós, crentes em Cristo, que temos muito mais motivos que Abraão para crer, confiar e andar com precisão de atitudes e decisões, também vacilamos. Infelizmente, mesmo com todo o histórico dos grandiosos feitos de Deus desde os patriarcas até a obra de Cristo no Calvário, passando pela miraculosa era apostólica, falhamos em crer no poder de Deus para nos auxiliar nos momentos de adversidade. Contudo, não podemos perder a esperança, pois assim como Deus reverteu em benção a fraqueza de Abraão, Ele também pode fazer o mesmo por nós.

Conclusão
A jornada de fé do patriarca Abraão é marcada pela misericordiosa intervenção divina, visto que o Soberano Criador vela para cumprir Suas promessas. Portanto, precisamos conservar nossa fé na Palavra de Deus, independente do nível de adversidade em que nos encontramos, porque nosso Deus é fiel e poderoso para cumprir Suas promessas.

PARA USO DOS PROFESSORES

AUTORIA
Comissão da Escola Bíblica Dominical das Assembleias de Deus Ministério Guaratinguetá-SP.

APOIO
Rede Grata Nova de Evangelização
Rádio Net Grata Nova
Fundada em 29 março de 2009 por Moisés Moreira



Baixe o aplicativo Rádiosnet e ouça nossa rádio no celular onde você estiver 
https://www.radios.com.br/aovivo/radio-net-grata-nova/16059
https://www.radios.com.br/

INSCREVA-SE EM NOSSO CANAL E DIVULGUE-O PARA OS SEUS AMIGOS E IRMÃOS
















05 outubro 2016

002-Abraão, pai de uma grande descendência - Os Patriarcas Lição 02[Pr Afonso Chaves] 04out2016



MP3 PARA DOWNLOADS

Lição 2: 
Abraão, pai de uma grande descendência

Texto Áureo: "E creu ele no Senhor, e foi-lhe imputado isto por justiça" (Gn 15.6).

Leitura Bíblica: Gn 15.1-6

Introdução
Na lição de hoje vamos aprender como Deus continuou tratando com Abrão com o objetivo de fortalecer sua fé e seu ânimo até que o cumprimento das promessas se tornasse realidade. As experiências de Abrão com Deus servem como estimulo para que confiemos mais em Deus e esperemos por Sua providência sobrenatural no tempo adequado.

I – Deus confirma a promessa (15.1-21)
Logo após os primeiros passos de fé do patriarca Abrão, Deus torna a falar com ele a fim de encorajá-lo e confirmar a promessa divina proferida ainda em Ur dos caldeus. Cada palavra e sinal da parte do Senhor serviam para alimentar a fé de Abrão e sustentar seu ânimo ao longo de sua peregrinação. A palavra de encorajamento proferida pelo Senhor a Abrão recebeu como resposta uma indagação: "Senhor Jeová, que me hás de dar? Pois ando sem filhos, e o mordomo da minha casa é o amasceno Eliezer". A indagação de Abrão tinha por base a promessa divina de torná-lo uma grande nação. Ora, como isto seria possível, se ele já era avançado em idade e não possuía filhos? Em resposta, o Senhor lhe assegurou dar um herdeiro gerado por ele mesmo, que seria o primeiro de uma descendência tão numerosa quanto as estrelas do céu. Abrão creu no que o Senhor disse, e isto foilhe imputado como justiça. Em equência, houve o ritual representativo deste concerto (Rm 4.9-25; Hb 11.8-12).

II – Abrão ouve à voz de Sarai e gera a Ismael (16.1-16)
Ao fim de dez anos em que Abrão habitara na terra de Canaã, Sarai, sua esposa, por não conseguir gerar filhos, propôs a Abrão gerar filhos por sua serva Agar. Sarai pensou que o Senhor estava lhe impedindo de gerar filhos, por isso agiu precipitadamente, sem antes consultar ao Senhor. Na verdade, Deus não estava impedindo Sarai de gerar, mas havia propósitos que no seu tempo aconteceriam e trariam ensinamentos. Por fim, Abrão ouviu à voz de Sarai e Agar, grávida de Abrão, se achou superior à sua senhora e passou a desprezá-la. Sarai oprime a Agar, que sai de sua casa e busca refúgio no deserto, junto a uma fonte d'água. Neste local, Agar é encontrada por um Anjo do Senhor que a instrui acerca do futuro de seu filho e sobre a necessidade de que ela se humilhasse e regressasse à casa de Abrão. Agar teve o filho, cujo nome foi Ismael. O conselho de Sarai para Abrão surtiu efeitos danosos ao longo de todo história, visto que Ismael deu origem ao povo ismaelita, que afligiu os israelitas por muitas vezes, mas isto era para ensinar a diferença entre os filhos da carne e os filhos da promessa. Mais tarde, o apóstolo Paulo utilizará este episódio com a escrava Agar como alegoria para explicar a distinção entre os dois concertos feitos pelo Senhor com o Seu povo (Gl 4.21-31).

III – Deus muda o nome de Abrão e Sarai, e institui a circuncisão (17.1-27)
Os nomes pessoais no mundo antigo eram carregados de significados geralmente ligados à origem ou ao caráter dos indivíduos, ou aos propósitos de Deus. O fato de Deus ter mudado o nome de Abrão ("pai exaltado") para Abraão ("pai de multidões") e o de Sarai ("minha princesa") para Sara ("princesa"), representou tanto uma reiteração da promessa da aliança, como a designação de ambos como servos escolhidos de Deus para grandes realizações. Em seguida, veio a instituição da circuncisão – também outra representação do concerto com Abraão, e com todos os seus futuros descendentes. A circuncisão era um sinal físico e exterior aplicado a todo homem, significando a participação de cada homem numa aliança de sangue que envolvia a sua descendência. Lamentavelmente, os judeus não entenderam o significado da circuncisão, por tratá-la como um meio de justificação por si só, ignorando a necessidade de fé (Rm 2.28, 29).

Conclusão
Vemos neste maravilhoso relato bíblico como a voz de Deus gerou e conduziu a fé de Abraão para fazê-lo herdeiro da promessa divina, bem como modelo de fé para todos nós que ouvimos e cremos no chamado do Evangelho de Cristo. Confiar no que Deus diz é a melhor forma de honrarmos Sua glória e desfrutarmos de profunda comunhão com Ele. Assim como Abraão foi justificado pela fé diante de Deus, nós também receberemos a perfeita justificação pela fé em Jesus Cristo (Hb 11.6).

PARA USO DO PROFESSOR

AUTORIA
Comissão da Escola Bíblica Dominical das Assembleias de Deus Ministério Guaratinguetá-SP.

APOIO
Rede Grata Nova de Evangelização
Rádio Net Grata Nova
Fundada em 29 março de 2009 por Moisés Moreira



Baixe o aplicativo Rádiosnet e ouça nossa rádio no celular onde você estiver 
https://www.radios.com.br/aovivo/radio-net-grata-nova/16059
https://www.radios.com.br/

INSCREVA-SE EM NOSSO CANAL E DIVULGUE-O PARA OS SEUS AMIGOS E IRMÃOS


















28 setembro 2016

001- A Chamada de Abraão - Os Patriarcas Lição 01 [Pr Afonso Chaves] 27set2016

MP3 PARA DOWNLOADS
Lição 1: 
A Chamada de Abraão

Texto Áureo: "Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei" (Gn 12.1).

Leitura Bíblica: Gn 11.26-32

Introdução
A narrativa bíblica sobre a vida e obra de Abraão é riquíssima em princípios para uma vida espiritual de estreita comunhão com Deus. Os cristãos, em sua maioria, estão vivendo uma espiritualidade superficial em vir-tude da falta de um conhecimento pessoal de Deus. Quem almeja conhecer a Deus com propriedade e profundi-dade pode encontrar na história dos patriarcas os elementos necessários para este nobre propósito. É exatamente isto que vamos buscar ao longo deste trimestre.

I – O chamado inesperado (12.1-10)
Abrão, nascido em uma família idólatra, teve o maravilhoso privilégio de ouvir a voz do Criador e ser cha-mado para andar com Ele e cumprir uma grandiosa missão (Js 24.2). Este chamado, conforme a eterna graça do Senhor, foi acompanhado de grandes promessas que serviram para motivar a obediência de Abrão. A fé de Abrão neste chamado foi tão consistente que em nenhum momento ele se mostrou inseguro ou relutante em obedecer; antes, foi zeloso em envolver seus familiares e propriedades materiais no atendimento do chamado divino.

Após andar aproximadamente 640 quilômetros de Harã até Siquem, Abrão foi novamente surpreendido por mais uma manifestação do Senhor. Agora, o patriarca recebe a confirmação de qual seria a terra prometida, e pôde contemplar com os próprios olhos aquilo que havia contemplado antes por meio da fé (Hb 11.1). Em respos-ta à manifestação do Senhor, Abrão Lhe edificou um altar. Em função da fome que assolava a terra, o patriarca Abrão, juntamente com toda sua família, servos e gado, desceram até o Egito em busca de alimentos.

II – O regresso do Egito e a separação de Abrão e Ló (12.11-20; 13.1-18)
A fé que conduziu Abrão obedientemente até Canaã ainda não era madura o suficiente para enfrentar os desafios de uma grande fome, ou os costumes da cultura egípcia. A fome, e não a voz de Deus, estabeleceu uma nova orientação para Abrão e a sua família; os costumes e a cultura egípcia determinaram a conduta do patriarca diante de um iminente perigo. Podemos comparar a fé de Abrão nesse estágio inicial com a fé dos novos conver-tidos a Cristo que, no início da nova vida cristã, cometem muitos erros por não saberem discernir com precisão a vontade de Deus em algumas circunstâncias de suas vidas.

O Senhor feriu a Faraó e sua casa com grandes pragas por causa de Sarai, o que ocasionou a indignação do monarca egípcio contra Abrão. Então, Abrão foi expulso do Egito. Subiu, pois, Abrão do Egito para a banda do Sul, ele, e sua mulher, e todas as suas possessões, e com ele Ló, o seu sobrinho. Em função da grandiosidade do rebanho de ambos, a terra não era capaz de suprir as necessidades alimentares do gado. Com isso, houve conten-da acerca do manejo do gado entre os pastores de Abrão e de Ló. Abrão, como era justo, propôs a Ló uma divisão da terra com o objetivo de apaziguar a situação e, desta forma, eliminar a contenda entre os pastores. Como uma demonstração da sua humildade, Abrão concedeu ao seu sobrinho a primazia de escolher a terra que desejasse. Após a escolha de Ló, Abrão ouviu a voz do Senhor, que o orientou acerca da terra prometida a ele e toda sua des-cendência (Rm 1.17; 2 Co 5.7).

III – Conflito entre reis e a bênção de Melquisedeque (14.1-24)
O conforto de Ló em Sodoma logo foi perturbado pela invasão de quatro reis liderados por Quedorlao-mer, os quais dominaram o vale do Jordão. Passados treze anos de servidão a Quedorlaomer, os habitantes das planícies se rebelaram, gerando mais conflitos com o invasor. A coalizão militar dos invasores prevaleceu contra Sodoma e Gomorra, os derrotados foram saqueados e Ló foi levado cativo como prisioneiro de guerra. A notícia do que houve com Ló chegou até Abrão, o qual providenciou imediatamente um pequeno exército, a fim de resga-tar o seu sobrinho. É impressionante a dimensão do favor divino sobre a vida de Abrão, pois o que duas grandes cidades não puderam fazer contra os exércitos invasores, o patriarca conseguiu apenas com trezentos e dezoito homens valentes. Abrão conseguiu resgatar Ló, bem como toda a fazenda que fora saqueada de Sodoma e Go-morra.

Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, reconheceu o favor do Senhor sobre Abrão, e o abençoou grandemente. Entretanto, o rei de Sodoma exigiu a devolução dos cativos, sem nem ao menos agrade-cer a Abrão por seu grande feito. Uma vez mais, Abrão demonstra sua justiça em devolver os bens daquele rei, pois ele queria que todos entendessem que sua prosperidade vinha só de Deus.

Conclusão
Observamos na maravilhosa jornada de Abrão como a fé em Deus conduz o crente em obras de justiça que manifestam o caráter daquele que é o Autor da fé. A fé é um dom divino que nos é concedido com a finalidade de realizarmos os propósitos soberanos do Senhor na terra, e não simplesmente para satisfazermos as nossas vontades.

PARA USO DO PROFESSOR


AUTORIA
Comissão da Escola Bíblica Dominical das Assembleias de Deus Ministério Guaratinguetá-SP.

APOIO
Rede Grata Nova de Evangelização
Rádio Net Grata Nova
Fundada em 29 março de 2009 por Moisés Moreira



Baixe o aplicativo Rádiosnet e ouça nossa rádio no celular onde você estiver 
https://www.radios.com.br/aovivo/radio-net-grata-nova/16059
https://www.radios.com.br/

INSCREVA-SE EM NOSSO CANAL E DIVULGUE-O PARA OS SEUS AMIGOS E IRMÃOS

















21 setembro 2016

012- A prisão e a viagem de Paulo a Roma - Atos dos Apóstolos Lição 12 [Pr Afonso Chaves] 20set2016

   
MP3 PARA DOWNLOADS
Lição 12:
A Prisão e Viagem de Paulo a Roma 

Texto Áureo:
“... porque eu estou pronto não só a ser ligado, mas ainda a morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus” (At 21.13).

Leitura Bíblica: At 26.19-29

Introdução 
Estamos chegando ao final do livro de Atos dos Apóstolos.
Foi uma viagem interessante, aprendemos muito, principalmente com o zelo missionário dos nossos irmãos. 
Vamos acompanhar o apóstolo nessa última viagem e aprender um pouco mais. 
Estejamos abertos, sensíveis ao operar do Espírito; Ele há de nos encher e nos capacitar a seguir o mesmo exemplo de dedicação e entrega ao serviço do Senhor. 

I – Padecendo pelo Nome de Cristo (21.1-40) 
Firmemente decidido a cumprir o seu ministério como apóstolo de Cristo, Paulo parte para Jerusalém com o propósito de ir a Roma e depois para a Espanha. 
Sendo-lhe revelado, desde a sua chamada e depois em muitas outras ocasiões, o quanto devia padecer pelo seu Mestre, ele permanece firme, disposto até a “morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus”. 
Contemplando toda a trajetória do apóstolo Paulo, vemos que o sofrimento e a perseguição fazem parte da vida do cristão, são os restos das aflições de Cristo e que por muitas tribulações nos importa entrar no Reino de Deus (At 14.22). 

II – A Defesa de Paulo (22.1-26.32) 
Chegando a Jerusalém, Paulo é preso devido à perseguição por parte dos judeus. 
Transferido depois para Cesaréia, permanece na prisão por mais de dois anos; nesse período teve várias oportunidade de apresentar a sua defesa. 
Na sua defesa, Paulo sempre faz menção do seu testemunho pessoal, do seu zelo como judeu e como foi alcançado para a salvação. 
A defesa de Paulo não é uma tentativa de ficar livre da prisão ou do sofrimento, mas é, antes de tudo, uma defesa do Evangelho. 
É a ocasião de apresentar a Cristo e Sua obra redentora; ele, que cumpriu com zelo a sua chamada para pregar aos gentios, aproveita a oportunidade “para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis...” (At 9.15). 
III – A Última Viagem (27.1-28.31) Para livrar-se dos que o detiam com parcialidade, Paulo usa o direito de apelar para César em Roma. 
A viagem é muito difícil, a tempestade se levanta, mas Deus opera poderosamente dando livramento. O Senhor operou sinais e maravilhas, deu a Paulo oportunidade para testificar do Seu poder, mudou até o coração daqueles que o conduziam para tratá-lo com misericórdia e, apesar das dificuldades, todos chegaram vivos ao destino. 
Chegando a Roma, Paulo continua sendo bem tratado, pode se reunir com os irmãos e continua a pregar livremente, de tal modo que o Evangelho chega até à casa de César. 

Conclusão 
Glória a Deus por tudo. Glória a Deus pelo exemplo dos irmãos do passado, os quais, sem grandes recursos, sem televisão, sem rádio, sem jornal, sem microfone, conseguiram alcançar com a pregação do Evangelho todo o mundo conhecido na época. 
Glória a Deus por tantos sinais e maravilhas operados pelo Espírito Santo. Glória a Deus porque o mesmo Espírito está em nós

PARA USO DO PROFESSOR

AUTORIA
Comissão da Escola Bíblica Dominical das Assembleias de Deus Ministério Guaratinguetá-SP.

APOIO
Rede Grata Nova de Evangelização
Rádio Net Grata Nova
Fundada em 29 março de 2009 por Moisés Moreira



Baixe o aplicativo Rádiosnet e ouça nossa rádio no celular onde você estiver 
https://www.radios.com.br/aovivo/radio-net-grata-nova/16059
https://www.radios.com.br/

INSCREVA-SE EM NOSSO CANAL E DIVULGUE-O PARA OS SEUS AMIGOS E IRMÃOS





15 setembro 2016

011-A Terceira Viagem Missionária de Paulo - Atos dos Apóstolos Lição 11 [Pr Afonso Chaves] 13set2016

MP3 PARA DOWNLOADS

Lição 11:
A Terceira Viagem Missionária de Paulo 

Texto Áureo:
“Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do Evangelho da graça de Deus” (At 20.24). 

Leitura Bíblica: At 19.1-11

Introdução
Depois de passarem algum tempo na “base missionária”, os irmãos partem novamente para mais uma viagem para confirmar todos os discípulos. Apesar de terem passado por muitas cidades, a narrativa bíblica concentra a maioria dos fatos na cidade de Éfeso, onde o apóstolo Paulo pregou durante muito tempo.

I – Apolo: exemplo de eloquência e humildade (18.23-19.7)
O fato de Apolo, varão eloquente e poderoso nas Escrituras, instruído no caminho do Senhor e fervoroso de espírito, aceitar ser instruído por um simples fazedor de tendas e sua mulher, revela humildade e é um exemplo de como devemos estar abertos para aprender, seja quem for que o Senhor queira usar para nos ensinar. Com o ensino verdadeiro, a pregação será eficaz.
Em Éfeso, é Paulo quem vai orientar um grupo de discípulos acerca do caminho do Senhor, pois estes conheciam apenas o batismo de João, e agora precisavam ser notificados de que Jesus Cristo – aquEle que batizaria com o Espírito Santo – já havia chegado, cumprindo assim a esperança dos que haviam sido anteriormente batizados para o arrependimento. 
E assim estes discípulos de João também se fazem participantes do dom do Espírito, assim como os próprios apóstolos, os samaritanos e os gentios.

II – Pregação cristocêntrica e sinais (19.8-41)
A pregação de Paulo era sempre com demonstração de Espírito e poder, o Senhor confirmando a pregação com sinais – a expressão da Palavra é que “Deus, pelas mãos de Paulo, fazia maravilhas extraordinárias”. 
Aqui vemos também o Senhor desmascarando pessoas que se passavam por homens de autoridade espiritual (“praticavam exorcismo” e eram “filhos de Ceva, um dos chefes dos sacerdotes”), não permitindo que o nome de Seu Filho Jesus fosse usado para a glória humana e por pessoas que, de outro modo, desprezavam e resistiam ao Evangelho.
Embora não estejam registradas as palavras que Paulo usou para pregar aos efésios, podemos concluir como era a sua pregação pelo incidente com os seguidores da deusa Diana. Mesmo sem cometer sacrilégio ou blasfemar da deusa deles (o que foi reconhecido pelos próprios efésios), a pregação de Paulo era capaz de afastar da idolatria uma grande multidão, convencendo-os de que não são deuses os que se fazem com as mãos. Somente a pregação cristocêntrica (que tem Cristo como centro) é capaz de não somente condenar os falsos deuses, mas também de revelar o único e verdadeiro Deus, e a Cristo, a quem Ele enviou.

III – As rotas de viagem e o zelo missionário do apóstolo (20.1-38)
O itinerário das viagens de Paulo normalmente era determinado pelo seu projeto missionário de alcançar o maior número de almas para Cristo, ou para fugir das constantes perseguições de que era alvo.
No discurso de Paulo, despedindo-se dos anciãos da igreja de Éfeso, vemos todo o seu zelo e dedicação para com aqueles que ele havia evangelizado e a obra de Deus. Para dar testemunho do Evangelho, ele não teve a sua vida por preciosa, gastou e se deixou gastar, não cessou de admoestar com lágrimas noite e dia, com o trabalho das próprias mãos supriu as suas próprias necessidades e as de outros, e, sobretudo, nunca deixou de anun-ciar “todo o conselho de Deus”.
Tal exemplo de abnegação, dedicação e zelo deve falar bem alto em nossos corações e nos levar a uma entrega submissa e total em favor das almas que nosso Senhor resgatou com o Seu próprio sangue.

Conclusão
Assim como o Senhor usou Paulo e outros no passado, Ele nos usará para fazermos a Sua obra grandiosa, mas é necessária a entrega total e irrestrita nas mãos do Senhor, que tudo pode fazer em nós, por nós e através de nós.

PARA USO DO PROFESSOR

AUTORIA
Comissão da Escola Bíblica Dominical das Assembleias de Deus Ministério Guaratinguetá-SP.

APOIO
Rede Grata Nova de Evangelização
Rádio Net Grata Nova
Fundada em 29 março de 2009 por Moisés Moreira



Baixe o aplicativo Rádiosnet e ouça nossa rádio no celular onde você estiver 
https://www.radios.com.br/aovivo/radio-net-grata-nova/16059
https://www.radios.com.br/

INSCREVA-SE EM NOSSO CANAL E DIVULGUE-O PARA OS SEUS AMIGOS E IRMÃOS





07 setembro 2016

010-A segunda viagem missionária de Paulo - Atos dos Apóstolos Lição 10 [Pr Afonso Chaves] 06set2016


MP3 PARA DOWNLOADS

Lição 10: 
A Segunda Viagem Missionária de Paulo

Texto Áureo:
“E Paulo teve, de noite, uma visão em que se apresentava um varão da Macedônia e lhe rogava, dizendo: Passa a Macedônia e ajuda-nos!” (At 16.9).

Leitura Bíblica: Atos 17.15-34

Introdução
Nesta lição, abordaremos a segunda viagem missionária em que Paulo e os irmãos se dispõem a voltar por todas as cidades onde já haviam anunciado a palavra do Senhor, para ver como estavam aqueles que tinham sido alcançados por ocasião da primeira viagem missionária. 
Vemos também que eles não se limitaram a confirmar os ânimos dos discípulos, mas, dirigidos pelo Espírito Santo, foram além, atingindo outras cidades não alcançadas anteriormente. É uma lição extensa, mas procuraremos abordar os aspectos principais.

I – O Espírito Santo dirige a obra missionária (15.35-16.10)
Partindo de Antioquia e chegando a Derbe e Listra, Timóteo, o qual dava bom testemunho nessas cidades, é acrescentado à comitiva missionária.
Por duas vezes os irmãos são impedidos pelo Senhor de pregar onde eles queriam – na Ásia e em Bitínia (“foram impedidos pelo Espírito Santo”, “o Espírito de Jesus não lho permitiu”). 
Podemos, com isso, entender que o Senhor tem os Seus planos, e aquele que se dispõe a fazer a Sua obra deve estar sensível à Sua orientação. 
Se nos submetermos totalmente à orientação do Senhor, receberemos dEle a revelação de onde estão as almas clamando por socorro (“passa a Macedônia e ajuda-nos”). Com a revelação do Espírito, os recursos e esforços podem ser concentrados onde produzirão mais frutos, e é evitado todo trabalho infrutífero.

II – A oposição à obra e a operação maravilhosa de Deus (16.11-40)
Obedecendo à orientação do Senhor, os irmãos chegam a Filipos, primeira cidade da Macedônia, onde o Senhor abriu o coração de Lídia para que estivesse atenta à pregação de Paulo. Ao obedecermos à ordem do Senhor, as portas se abrirão, mas sempre haverá oposição do mal. Paulo, usado por Deus, expulsa o espírito de adivinhação de uma jovem.
Segue-se a perseguição e os irmãos são açoitados e encarcerados injustamente, simplesmente por fazerem a obra de Deus. 
Mas o Senhor opera maravilhosamente e, por meio de um terremoto, as portas são abertas, sendo soltas as prisões de todos. Com isso, são alcançados para Cristo o carcereiro e toda a sua família.
Deus não permite que os Seus sofram em vão, mas opera fazendo que, dos sofrimentos, dores e aflições dos Seus enviados, resultem almas para o reino de Deus e maior proveito do Evangelho (Fp 1.12; Gl 4.19).

III – A pregação de Paulo em diversas cidades (17.1-18.22)
Na sequência, os irmãos passam por várias cidades, pregando sucessivamente em Anfípolis, Apolônia, Tessalônica, Bereia, Atenas, Corinto, Éfeso e outras. A expressão de alguns era: “Estes que têm alvoroçado o mundo chegaram também aqui”.
Da pregação quase sempre resultava perseguição por parte dos judeus invejosos pelo grande número dos que davam crédito à mensagem de salvação em Cristo, mas houve também nobreza por parte de alguns, como os de Bereia, que “de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas escrituras”.
É necessário destacar a forma contextualizada da pregação de Paulo: pregando aos judeus, fazia menção da história de Israel e das promessas e profecias sobre a pessoa e obra de Cristo; pregando aos gentios, como no caso de Atenas, ele usa algo que é de conhecimento dos ouvintes para apresentar o único Deus verdadeiro. 
Há necessidade de, quando somos instrumentos de Deus para transmitir o Evangelho, adequarmos a mensagem ao público que nos ouve.

Conclusão
Deve haver prontidão nos servos de Deus para sair, confirmando o ânimo daqueles que já receberam a Cristo e anunciando-O àqueles que O não conhecem, mas deve haver sobretudo a sensibilidade de perceber a clara orientação de Deus sobre todos os aspectos da Sua obra. A obra é de Deus e é Ele quem chama, capacita, envia e dirige todos os que se apresentarem para fazer a Sua obra.

PARA USO DO PROFESSOR

AUTORIA
Comissão da Escola Bíblica Dominical das Assembleias de Deus Ministério Guaratinguetá-SP.

APOIO
Rede Grata Nova de Evangelização
Rádio Net Grata Nova
Fundada em 29 março de 2009 por Moisés Moreira



Baixe o aplicativo Rádiosnet e ouça nossa rádio no celular onde você estiver 
https://www.radios.com.br/aovivo/radio-net-grata-nova/16059
https://www.radios.com.br/

INSCREVA-SE EM NOSSO CANAL E DIVULGUE-O PARA OS SEUS AMIGOS E IRMÃOS